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Como enxergar o futuro da minha empresa?

Como vejo o futuro da minha empresa? Como enxergar o novo? Nós podemos colaborar com você neste momento de tomada de decisões!

 

Você já ouviu falar sobre Viés de disponibilidade?

 

O histórico de “Disponibilidade” é um fenômeno que pode resultar em um viés cognitivo, ou seja, é um padrão de distorção de julgamento que ocorre em situações particulares, levando à distorção perceptual, julgamento pouco acurado e interpretação ilógica. O que é amplamente chamado de irracionalidade, no qual as pessoas predizem a frequência de um evento, baseando-se no quão fácil se conseguem lembrar de um exemplo. É o caso de quando acontece um acidente de avião ou um fato de terrorismo por exemplo, gera pânico desnecessário, tensão, perplexidades e comentários dos mais diversos e infundados, causando ainda mais confusão sobre o ocorrido.

 

Diante do que estamos vivenciando, muito se fala sobre e alarmes desnecessários são disparados, colocando o empresário em situação de grande dúvida e perplexidade de como continuará o que estava e está construindo.

 

Você já se questionou diante de tudo o que estamos vivendo, o que é verdade para sua empresa?

Apurando os fatos reais, o que é possível fazer neste momento? Quais são os vieses possíveis?

 

Sabia que há um efeito muito importante em momentos de desequilíbrio de pensamento? O da “ancoragem” é também um viés cognitivo (atalho mental que leva a desvios de racionalidade e lógica, que distorcem o nosso julgamento) que descreve a comum tendência humana para se basear de forma intensa, ou de se “ancorar”, ou seja, confiamos demais na primeira informação que recebemos ou à uma característica ou parte da mesma, durante o processo de tomada de decisão. E temos uma tendência a utilizar a informação âncora de referência para avaliar todas as outras. Isso pode gerar um desvio na análise da realidade, porque não julgamos objetivamente e isoladamente, mas sim relativamente.

 

Um caso clássico é quando compramos um produto em promoção mesmo sabendo que está caro demais. Como o preço original (informação âncora) é ainda mais caro, utilizamos ele como base. Tentamos então nos dizer que fizemos um ótimo negócio.

 

Daí a importância de construir e focar numa trilha a ser percorrida nos próximos tempos, mas validar um caminho precisa ser calçado em informações precisas, em orientações seguras, em dados e atitudes que tomamos no passado.

 

Disse em um artigo anterior: A relação entre fazer algo e nada é infinita. Pois o maior indicador de sucesso são as ações testadas e implementadas. Não importa se foram e são pequenas ou grandes ações, é muito mais interessante neste momento rever o que já foi feito do que farão no futuro.

 

Este é um momento de reflexão e articulações. Portanto, trace um plano. Estabeleça submetas. Ocupe-se. Mesmo que a rota seja obscura, você usará o que já aprendeu dando aquele primeiro passo para seguir o próximo, por mais lento que seja.

 

O recurso mais precioso do mundo é a mente persistente e entusiasmada. Esta será a chave de conversão dos próximos tempos, do futuro.

 

Todas as ferramentas psicológicas e tecnológicas exponenciais acrescentam alavancagem física aos negócios, a combinação entre elas permite que os empreendedores se tornem forças disruptivas. Mas é certo que nossos cérebros não evoluíram a ponto de processar mudanças rápidas em situações de vulnerabilidade.

 

Mas é preciso organizar os pensamentos para tomar decisões, vamos lá:

1 – Pensamento centrado no cliente;

2 – Correr e atenuar riscos;

3 – Interação rápida e experimentação incessante;

4 – Pensamento racional otimista;

5 – Entusiasmo e propósito.

 

Como você acha que podemos colaborar para sua empresa neste momento?

Marcelo Silvani

Quando escolhi o Design como profissão adentrei ao mundo da reengenharia, fenômeno de gestão dos anos 90. Em 2000 foi o início do Design de Serviços, fato este que os profissionais do Design vivem em plenitude. Reengenharia nas empresas poderia ser usada em três situações: - a primeira é quando a empresa está passando por graves problemas, e não tem outra alternativa se não começar de novo; - a segunda é quando a empresa ainda não se encontra em dificuldades, mas é possível prever futuros problemas e evitar passar por obstáculos; - e a terceira situação é quando a empresa tem um ótimo desempenho, e mesmo sem previsões de problemas futuros, opta por passar pelo processo de reengenharia para ganhar mais vantagem competitiva em relação aos concorrentes, e aumentar ainda mais seu desempenho, com a ideia de que ao refazer algo que já é bom, é possível alcançar algo ainda melhor! E é neste sentido que acredito: antever o futuro é hoje a condição de sobrevivência no mundo empresarial competitivo. Pensar em estratégia é pensar o futuro!

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