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Como pensar a curto, médio e longo prazo no cliente?

Como pensar na experimentação de novos produtos e serviços?

 

Continuaremos focando sem pensar em nossos clientes?

 

A lógica de experimentar novos produtos ou serviços também carrega a proporção de fracassos e a análise do motivo pelo qual falhou ou não deu certo. Vários projetos levam ao sucesso, por isso a importância de medir a consequência de implantar novos projetos sem objetivos delineados. O que fica claro nestes dias de turbulência é que todo empresário deve adquirir sabedoria em diversas áreas. O olhar multifacetado sobre negócios fará com que enxergue mais oportunidades e ao longe, diferente do que muitos estão vendo.

 

No livro “A lógica do Cisne Negro – Coisas que se beneficiam com o caos”, o autor Nassim Taleb, diz: “Ao contrário do que defende a maioria dos economistas, estamos constantemente à mercê do inesperado”. Para esses acontecimentos imprevisíveis o autor dá o nome de Cisne Negro (animal que se considerava inexistente até ser visto, pela primeira vez, inesperadamente, na Austrália, no século XVII). Um Cisne Negro é um evento com três características altamente improváveis: é imprevisível, ocasiona resultados impactantes e, após sua ocorrência, inventamos um meio de torná-lo menos aleatório e mais explicável.

Para Nassim, os cisnes negros são a base de quase tudo o que acontece no mundo, da ascensão das religiões à nossa vida pessoal. Por que não reconhecemos o fenômeno antes que ele ocorra? Parte da resposta, segundo o autor, deve-se ao fato de, em geral, os seres humanos se limitarem a aprender conteúdos específicos ao invés de adquirirem sabedoria em diversas áreas do conhecimento. Concentramo-nos no que já sabemos e evitamos cada vez mais o desconhecido.

Somos, portanto, incapazes de enxergar as oportunidades e nos tornamos vulneráveis ao impulso de sempre simplificar, categorizar e não valorizar quem imagina o impossível. Enquanto isso, grandes eventos surpreendem a todos e transformam a sociedade.

 

Estamos vivenciando uma coisa que há tempo me instiga:

Em que mundo as empresas estão vivendo? No novo ou no velho mundo?

Bastou acontecer tudo isso com o mundo para sermos arremessados ao novo. Algumas empresas já previam que algo novo aconteceria, outras tentavam entender o que acontecia e outras que lamentavelmente não sobreviveram, pois achavam que isso não aconteceria tão rápido. O “Novo Mundo”!

 

E atônitos estamos nos questionando: O que fazer? Como fica a questão financeira? Preciso da estrutura que construí? Quem será o consumidor dos meus produtos ou serviços?

 

Ser criativo neste momento não significa criar algo que ainda não existe na mente das pessoas. Criar algo novo está cada vez mais difícil ou será quase impossível. A abordagem básica do posicionamento não é criar algo inédito, mas manipular aquilo que já está dentro da mente, reatar as conexões existentes.

 

É pensar de forma nova este relacionamento:

O que o cliente efetivamente precisa neste momento?

Nossas mentes estão encharcadas pela supercomunicação, muitos estão pedindo uma mente simplificada, daí pensar estrategicamente como posicionaremos nossas empresas neste novo cenário e em outros que possam enxergar.

Como fazer com que nosso ecossistema – funcionários e todos que rodeiam nosso negócio – absorvam à Inovação e transformem em oportunidades?

 

Quem são os protagonistas em sua empresa que desenharão ações para o mundo novo? O que vamos tomar de decisão?

 

Nós podemos colaborar com você neste momento de tomada de decisões! Entre em contato conosco!

Marcelo Silvani

Quando escolhi o Design como profissão adentrei ao mundo da reengenharia, fenômeno de gestão dos anos 90. Em 2000 foi o início do Design de Serviços, fato este que os profissionais do Design vivem em plenitude. Reengenharia nas empresas poderia ser usada em três situações: - a primeira é quando a empresa está passando por graves problemas, e não tem outra alternativa se não começar de novo; - a segunda é quando a empresa ainda não se encontra em dificuldades, mas é possível prever futuros problemas e evitar passar por obstáculos; - e a terceira situação é quando a empresa tem um ótimo desempenho, e mesmo sem previsões de problemas futuros, opta por passar pelo processo de reengenharia para ganhar mais vantagem competitiva em relação aos concorrentes, e aumentar ainda mais seu desempenho, com a ideia de que ao refazer algo que já é bom, é possível alcançar algo ainda melhor! E é neste sentido que acredito: antever o futuro é hoje a condição de sobrevivência no mundo empresarial competitivo. Pensar em estratégia é pensar o futuro!

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