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O modelo de negócio da sua empresa está baseado em que movimento da economia?

O conceito de nova economia começa no final dos anos 90 para descrever o resultado da transição de uma economia baseada na indústria para uma economia baseada nos serviços.

A palavra de ordem é a disrupção, ou seja, a interrupção do curso normal e a reconstrução de um ou mais pensamentos. Diante desta nova ótica, a força do concorrente não está na sua condição econômica, mas sim na criatividade.

A inovação disruptiva não está necessariamente relacionada aos novos negócios suportados pela tecnologia (internet, nuvem, smartphones, apps etc) que cria ou atualiza relações de trabalho comerciais, econômicos e sociais. Mas sim, que por consequência, relaciona a uma nova sociedade que coloca o indivíduo em seu centro. A relação da empatia, de pensar no cliente e na jornada de compra, se transformou numa corrida sem volta.

Quando uma empresa lança uma tecnologia mais barata, acessível e eficiente, mirando margens de lucros menores, pensando não mais em um grupo seleto que possa pagar, mas em um grupo maior, capaz de impactar não só uma centena de pessoas e sim milhares, cria-se uma revolução, uma Inovação. Ser Incremental ou agregar novos comandos preexistentes e adequá-los aos seu negócio é inovar radicalmente, criar algo nunca visto.

Algumas características das inovações disruptivas são: margens de lucro menores, mercados-alvo menores e produtos e serviços mais simples, que não pareçam tão atrativos às soluções existentes, quando comparados com métricas de performance tradicionais.

Na próxima quarta-feira (18/12), falarei sobre os 4 tipos de negócios da nova economia. Fique de olho em nossas redes sociais!

Marcelo Silvani

Quando escolhi o Design como profissão adentrei ao mundo da reengenharia, fenômeno de gestão dos anos 90. Em 2000 foi o início do Design de Serviços, fato este que os profissionais do Design vivem em plenitude. Reengenharia nas empresas poderia ser usada em três situações: - a primeira é quando a empresa está passando por graves problemas, e não tem outra alternativa se não começar de novo; - a segunda é quando a empresa ainda não se encontra em dificuldades, mas é possível prever futuros problemas e evitar passar por obstáculos; - e a terceira situação é quando a empresa tem um ótimo desempenho, e mesmo sem previsões de problemas futuros, opta por passar pelo processo de reengenharia para ganhar mais vantagem competitiva em relação aos concorrentes, e aumentar ainda mais seu desempenho, com a ideia de que ao refazer algo que já é bom, é possível alcançar algo ainda melhor! E é neste sentido que acredito: antever o futuro é hoje a condição de sobrevivência no mundo empresarial competitivo. Pensar em estratégia é pensar o futuro!

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